"As minhas origens não me diminuem. Pelo contrário, elas me honram", diz Alexandre em primeiro discurso na CMCG

Leia a seguir, na íntegra, o primeiro discurso do vereador Alexandre Pereira da Silva, o Alexandre do Sindicato, nesta quinta-feira, na Câmara Municipal de Campina Grande.

Bom dia, senhoras e senhores.

Saúdo, em nome do presidente, a todos os meus pares. Saúdo a imprensa, os cidadãos nas galerias, os assessores parlamentares e os funcionários desta casa.

Com emoção subo a esta tribuna honrada, nesta casa do inesquecível Félix Araújo, nosso patrono, para, num breve primeiro pronunciamento, agradecer.

Não posso citar pelo nome, um por um, cada um dos que contribuíram para que hoje pudéssemos estar aqui.

Mas, em nome da minha mãe, dona Maria das Neves, agradeço a todos os meus familiares, sobretudo meus irmãos. Agradeço o apoio da minha esposa, Tânia, e dos meus filhos, Mateus e Talita.

Em nome do amigo Mário Cezar, agradeço a todos os amigos e irmãos em Cristo que me deram as mãos nesta luta.

Em nome do pastor Daniel Nunes, presidente da Assembleia de Deus, agradeço muito a todos os pastores que nos apoiaram e oraram por nosso sucesso.

E, não poderia esquecer, em nome de seu Didi, agradeço aos meus amigos e patrões, que tanto nos ajudaram nessa trajetória de vida.

Por fim, e acima de tudo, agradeço ao meu Senhor Jesus Cristo, por quem e para quem são todas as coisas.

Senhoras e senhores.

Chego a esta augusta casa com a serenidade necessária para conhecer as expectativas de determinados segmentos a respeito do papel que deveremos desempenhar.

Sei que, por minha história de vida, por minha trajetória de homem simples, homem do povo, líder sindical de uma categoria honrada e humilde, os conceitos pré-concebidos guardam a certeza de que teremos uma passagem irrelevante por este parlamento.

Faço o registro, repito, com serenidade, tranqüilo, sem qualquer tipo de ranço pessoal.

Mesmo porque, sei que não se trata de uma visão contra este vereador, mas a respeito de quem e daquilo que represento.

E, no mais, confronto essas perspectivas pessimistas com a convicção de que cuidarei de desfazê-las, gradualmente, trabalhando, como hei de trabalhar, arduamente por esta terra e sua gente.

Chego com a humildade dos que aprendem, dos que buscam se habituar ao regime cotidiano de um ambiente novo.

Por outro lado, chego de cabeça erguida, consciente de que, apesar das diferenças de votação de cada vereador, apesar da história e do sobrenome de cada um, apesar da quantidade de mandatos de cada um, dos cargos administrativos que ocupam neste parlamento, todos somos, neste plenário, iguais, igualmente legitimados pela soberania do povo de Campina Grande.

Sinto-me, assim, tão vereador quanto cada um de todos os meus pares. Nem mais, nem tampouco menos.

Estou empenhado, plenamente empenhado, comigo mesmo, com minha família, com meus eleitores, com os campinenses em geral e com o Senhor nosso Deus, em exercer um mandato marcante.

As minhas origens não me diminuem. Pelo contrário, elas me honram, me orgulham e me condicionam a lutar, me estimulam a ir em frente, dando o melhor de mim.

Sim, eu tenho as mãos calejadas, marca de uma vida inteira de labuta diária, de luta dura pela vida!

Sim, eu sou um homem simples, que não pôde se dedicar, como sonhava, aos estudos, porque desde criança precisei batalhar pelo pão, por dignidade.

Mas, aprendi muito na escola da vida e muitas das lições aprendidas poderei colocar em prática neste parlamento.

Aqui cheguei e não pretendo ser apenas mais um. Nosso objetivo, nesta casa, é fazer a diferença, com as bênçãos de Deus, e em nome dos campinenses.

Sim, eu sou um homem do povo. Sou mesmo! Sou um deles! Do povo mais humilde, inclusive.

E foi esse povo que, com suas humildes mãos calejadas, me carregou até esta casa.

Sim, eu sou um homem do povo, a serviço do povo de Campina Grande!

Com a graça de Deus!

Obrigado!
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