Vereadores vão pedir audiência a novo presidente do TJPB para discutir cessão de imóvel para maternidade



Vereador Alexandre em visita ao Hospital Universitário Alcides Carneiro - HU
O vereador Alexandre Pereira da Silva, o Alexandre do Sindicato (PHS), apresentou requerimento na Câmara Municipal de Campina Grande na manhã desta quinta-feira, 06, solicitando que a Casa formalize pedido de audiência com o novo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, a fim de tratar, em caráter de urgência, de uma pauta do extremo interesse do município e de outras dezenas de cidades paraibanas.

Trata-se do pedido para que a justiça estadual aceite negociar com o Hospital Universitário Alcides Carneiro a cessão do imóvel onde funcionou o antigo Departamento de Comunicação da Universidade Estadual da Paraíba, no bairro do São José, em frente ao HUAC. O espaço seria utilizado para a construção de uma nova maternidade, que viria a prestar auxílio extremamente necessário ao Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, hoje sobrecarregado.

Durante uma audiência pública realizada pelo Conselho Regional de Medicina na última quarta-feira, o diretor do hospital, Homero Rodrigues, revelou a disponibilidade da instituição para instalar uma maternidade. O óbice se encontra no fato de que, segundo ele, não há espaço físico no prédio do hospital para uma ampliação que comporte a maternidade, e a área considerada mais adequada seria a do imóvel do antigo Decom, que fica em frente ao HU.

Vereador Alexandre com o diretor do HUAC, Homero Rodrigues
“Infelizmente, a justiça estadual até agora não teria demonstrado a intenção em discutir a questão com o Hospital Universitário, mas acredito que o diálogo com o novo presidente do TJ levará a uma solução, tendo em vista a gravidade e a importância desse assunto. Por isso, é importante que uma comitiva da CMCG busque intermediar essa conversa com o Dr. Márcio Murilo”, explicou Alexandre.

QUADRO GRAVE

Na audiência, o CRM confirmou que a falta de maternidades na absoluta maioria dos municípios da Paraíba tem levado o ISEA a um quadro de grave sobrecarga, configurando uma situação que não pode manter-se sem solução, a qual passaria pela construção de novas maternidades pelas prefeituras e pelo Governo do Estado.

Assessoria

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